Myanmar · 2 Days · 16 Moments · October 2017

Myanmar 2017 Trip


11 October 2017

Por do Sol na Ponte de U-Bein: Depois de tantas fotografias de Myanmar, reviews e guias durante a planificação da Viagem claro que este era um dos momentos esperados da viagem. Ver o sol desaparecer detrás da maior ponte de Madeira do Mundo e na verdade não desiludiu. Sim que a ponte estava completamente cheia de gente (e muitos turistas também) mas lá nos decidimos a alugar um barco até ao por do sol (cerca de uma hora) o barquito pouco estável lá nos levou às voltas pelo lago, pelos diferentes lados da ponte até aí por do sol. Aqui o momento é de tranquilidade, desfrutar do por do sol, escolher o melhor ângulo para tirar uma fotografia ou vídeo para deixar o momento registado e seguir respirando e veendo o por do sol. A paisagem é efetivamente bonitas, não é provavelmente o melhor que vi mas está de certeza no top 5.

10 October 2017

Ida de Sangaing-Amarapura: Depois do almoço lá começamos a descer a colina outra vez desta vez por outras escadas desconhecidas, lá encontrámos mais umas stupas e o melhor de tudo... um condutor meio adormecido que possuía uma mota com um atrelado tipo Trishaw, lá negociamos com ele para que nos levasse para Amarapura (até que ele percebesse que boa referíamos à ponte de U-bien foi bastante difícil) e lá fomos à aventura. Claroo que aquile meio de transporte andava muitooo devagar e dava sinais de que a qualquer momento podia parar e deixar-nos ali no meio da estrada e lá se ia o por do sol na ponte. Lá parámos umas bombas de gasolina, mas impecável o senhor levou-nos até à ponte e ainda antes do por do sol.
Mais uma vez a dar tudo no Myanmar. Chegamos a um ponto que nos esquecemos completamente o que è ser europeu e que o nosso sistema imunitario pode não aguentar o mesmo que os locais. Pois claro somos um mal habituados com vacinas para isto, vacinas para aquilo, água potável em todo lado e altos padrões de higiene mas agora já arriscamos tudo. Para este almoço como a fome já apertava e já era tarde decidimos comer no alto da colina mesmo ao lado da pagoda num "restaurante" ;chamemos-lhe assim completamente local, mais uma vez 0 turistas com umas vistas incríveis da colina. Lá pedimos algumas das coisas que nos pareciam mais normal uma salada de tomate, fried rice è fried noodles também nos trouxeram umas coisas que não fazemos a mínima ideia de o que era mas comemos tudo e a verdade é que ainda nenhum está doente...esperemos que continue assim!
Chegada ao cimo da colina de Sangaing: Depois das mil e muitas escadas que tivemos de subir para chegar ao templo.... lá conseguimos. E as vistas são completamente arrebatadoras, campos verdes salpidados de pagodas e stupas douradas, exatamente aquele tipo de imagens que estamos habituados a encontrar quando pesquisamos no Google Myanmar. A pagoda como sempre super colorida, com imensos Budas e vistas maravilhosas em toda a volta.
Subida até à Colina de Sangaing: Transporte: Chegados a Sangaing lá estava o bando de "mafiosos" do costume a tentar impingir-nos um táxi para subir a coluna, lá acordámos que subiríamos em trishhaw até as portas do Leão, já relativamente perto do topo da Colina. Toda a escadaria até à....: Com o calor e humidade que se fazem sentir o primeiro pensamento é: como vamos conseguir subir todas estas escadas, mas pouco a pouco lá íamos subindo embora tivéssemos a Natacha a ponto de colapsar, pelo caminho..... ouvimos uns meninos cantar e pensámos que poderia ser uma escola então aproximámos-nos e afinal eram monges novinhos que cantavam, a tranquilidade e calma eram absolutas, ninguém nos disse nada deixaram-nos estar ali a contemplar e tirar fotografias sem nada dizerem, para mim foi um dos melhores momentos do dia.
Ida Mandalay- Sangaing: Seguindo fielmente o Lonely Planet, andávamos à procura do autocarro número 8 com destino a Sangaing. Autocarro??? Na verdade este meio de transporte é bastante escasso em Mandalay assim que quando se referem a autocarro é na verdade uma camioneta de caixa aberta e teto tapado e apinhados de gente. Valeu-nos um senhor local que amavelmente esperou que passasse a nossa camioneta para indicar-nos qual era. Mais uma aventura... obviamente que naquelas camionetas apinhadas não circulava nem um turista a não ser que queiramos apelidar as sacas de batatas, e cebolas e outros da mesma família de turistas.
Comer na rua: Experimentar coisas novas já sabemos que é algo que não dizemos que não! Ali perto do templo havia umas senhoras a vender uma espécie de esperadas de algo, das quais não sabemos nadaaa! Provámos, gostámos e pedimos mais umas quantas para o caminho é tiramos umas quantas fotos com as senhoras que estavam muito felizes por ver estrangeiros por ali a comprar comida e a sorrir pela nossa reação ao picante. Seguimos na comida de rua desta vez com umas mini bananas de aspeto normal embora mais pequenas mas que de sabor infelizmente não tinham muita semelhança às nossas.
Templo de .... Este templo era um pouco diferente dos restantes, próximo do Rio e todo em madeira muito bonito Uma paz absoluta estávamos só nós e uns monges a meditar.
Maquilhagem Birmana: A Natacha queria comprar um cartão SIM birmano para o telemóvel. Fomos a uma loja de telemóveis ali mesmo ao lado mercado, foram bastante simpáticos e uma menina que estava lá na loja poôs-nos a mim e à Natacha um pouco do creme típico que eles utilizam nas faces como protetor solar. Agora sim, mais birmanas que nunca...
Mercado de Jade Depois de andamos um pouco tomarmos um Café pelo caminho e comprado umas bolachas lá fomos em direção ao Mercado de Jade a pé (quase que já me acho uma experta em algumas ruas e bairros de Mandalay) . Este mercado foi também toda uma experiência de verdadeiro birmano, turistas 0. O mercado é grande e vende-se um bico de tudo fora incluído grandes pedras de jade depois no interior homens com um aspeto duvidoso fazem os seus negócios examinando os pequenos pedaços de jade com lupa. Ao mesmo tempo havia também pequenos grupos que trabalhavam a pedra provavelmente para torná-la mais pequena e polida e noutras zonas do mercados faziam-se pequenos jogos de tabuleiro em grupo. Havia muito poucas mulheres dentro mas de maneira geral as pessoas sorriam e deixavam fotografar-se. No final vimos que havia uma placa que informava que os turistas deviam pagar mas nós como entramos por outra e íamos sozinhos ninguém nos pediu nada.
Bairro dos Orfebes: Primeiro dia no Myanmar! Decidimos ir a pé vagueando pelas Ruas até ao bairro dos orfebes, o bairro em si nada de especial a não ser o caótico trânsito da estrada e uns meninos monges que se deixaram fotografar pelo caminho. Fomos visitar uma loja de Artesanato chamada Rose Lion onde nos explicaram todo o processo de extração das folhas de oro que colocam nas imagens de Buda, ainda tivemos a possibilidade de ver como o faziam é uma loja com várias peças algumas bonitas mas caras- Visita Gratis.
Acordamos de manhã ainda mortos e não recuperados dos dias anteriores. RoofTop do hotel para um mega pequeno almoço (achávamos nos) afinal os nosso dois primeiros pequenos almoços em Mandalay resumiram-se a pão torrado (de forma e um um bocadinho mais escuro com Manteiga e Doce de Morango, Melancia (alguma dela com um sabor mais a podre que outra coisa) e a um café solúvel nespresso um bocadinho decepcionante na verdade.!
Jantar no BBB: Depois do por do sol na ponte lá encontrámos mais um trishaw para trazer-nos de volta a Mandalay (já estamos uns expertos na arte de negociar, o Melvin na verdade está). Queríamos uma comida um pouco mais norma para recuperar de todas as novas descobertas Birmanas e encontrámos o BBB, perto do fosso e da muralha de Mandalay na zona sul, inicialmente tínhamos pensado em ir ao V Sky mas há está fechado. A comida no BBB normal o único senão foi o tempo de espera da comida. Por fim, missão voltar a casa e começamos à pedir boleia. A estrada pararam vários mas queriam valores exorbitantes para levar-nos a casa. NO way!! No final lá emcontrámos um taxista que. Os levou, estávamos mais que mortos por isso foi basicamente xixi-cama.

9 October 2017

Vida Noturna em Mandalay? Simplesmente não há. Depois do jantar começamos a subir as ruas em direção ao centro e a suposta zona dos backpacker onde seria mais fácil encontrar um spot para tomar uma cerveja ou algo. Depois de mais de uma hora de caminhada lá nos conformámos que efetivamente não seria fácil encontrar um sítio aberto por aí e efetivamente o Lonely Planet (que quaseeee) não falha confirmou-nos que todo o resquício de vida Noturna terminava entre as 21:30 e as 22:30? Conclusão: mais duas cervejas Myanmar que compramos num Bar manhoso e a ponto de fechar pelo caminho é RoofTop do Hostel, conversa e cama!
Toda uma experiência verdadeiramente birmana. Fomos a um restaurante perto do hostel que estava incluído no Lonely Planet. 1- Éramos os únicos estrangeiros no restaurante (yeah) 2-os empregados não sabiam falar Ingles, toda uma experiência portanto. Lá pedimos umas cervejas Myanmar (não muito diferente da portuguesa na verdade) é uma salada de tomate, frango assado e Caril de Frango, com tudo isto trouxeram arroz Branco (que nunca mais acabava); um molho com milho (bastante doce), um molho com pimento (muito esquisito), uma coisa horrorosa com peixe que cheirava tão mal que empestava todo o restaurante, uma salada sem tempero de salada variada. Resumo geral valeu a pena a experiência mas a comida Birmana nao passa para o top 10 das minhas comidas mundiais.
Chegada a Myanmar, primeiras impressões: Depois de uma (terrível) viagem pela companhia Air Ásia em que tive muito nervosismos e ansiedade (não fosse esta uma companhia aérea da qual caiu um avião há não muitos anos) começamos a aterrar em Mandalay e pela janela do avião, um mar de verde!!! As montanhas, as planícies tudo absolutamente verdes provavelmente ainda resquícios das monções que ainda é faziam sentir nesta altura do ano mas a sensação era de muita adrenalina e vontade de conhecer este país desconhecido. Primeira aprendizagem sobre Myanmar: não deixar que nos levem as malas para o Taxi, na verdade vão querer aproveitar-se disso para ganhar dinheiro. Pelo Caminho... um regresso ao passado, motas, muitas notas (uma média de 3 pessoas em cada mota) pessoas ao longo de toda a estrada provavelmente a tentar vender alguma coisa. Mas seguimos com o manto verde à nossa frente. Chegada ao Hotel: Porra isto ainda é mais quente e húmido que Bangkok!!