Thailand · 51 Days · 76 Moments · April 2017

Tailândia - www.aventuramundo.com.br


14 June 2017

13 June 2017

12 June 2017

11 June 2017

10 June 2017

7 June 2017

Como eu tinha dormido mal a noite e ainda tomei um remédio porque tinha acordado um pouco enjoada, não deu outra: Dormi a viagem quase toda, o que não é comum. Quando acordei , já estávamos bem próximos a Krabi. Descemos no pier de Krabi, uma estrutura bem grande e caminhamos um pouquinho até encontrarmos umas lanchonetes. Já era 11 da manhã e eu estava com fome. Comprei um lanche que foi caro e não me satisfez. Depois de algum tempo, chegou a van que nos levaria até o local para pegar o onibus. Tudo já estava incluso no ticket que compramos em Phi phi, por 700 baht.
Iniciamos cedo nossa jornada para Koh Tao. Saímos do hotel por volta das 7:30, tomamos café da manhã na 7-eleven e fomos para o pier. Deixamos nossa mala na parte superior do ferry e fomos sentar na parte interna. O barco saiu um pouquinho depois das 9:00.

4 June 2017

14 May 2017

12 May 2017

9 May 2017

8 May 2017

7 May 2017

Massagem do birmanês
Sobre o hotel e primeira impressão de Phi Phi
Sobre a Isa

6 May 2017

5 May 2017

Trânsito e mais chuva na volta para phuket
A chegada do outro barco
Nosso guia agradeceu por termos acreditado na palavra deles e aceitado retornar sem a última parada do passeio. Ninguém havia se oposto.
No barco, as pessoas se solidarizaram e ajudavam. Uma toalha para proteger no frio, uma mão quando alguém queria mudar de lugar. Enquanto observava a solidariedade humana durante os momentos mais dificeis, agradeci por termos um capitão que demonstrou tranquilidade e sabedoria para nós guiar pelo melhor caminho nessa tormenta. Ter uma pessoa assim à frente pode ter feito toda a diferença é permitido que eu esteja aqui contando essa história. O barco era levado a toda velocidade, para vencer as ondas. E então, num determinado momento, senti as maos mais quentes. Embora o mar continuasse revolto, o céu já estava mais claro e o vento forte e gelado havia sido substituído por um ar mais quente. O pior havia passado. O barco estava inteiro e a terra firme já podia ser avistada. A tempestade durou cerca de 40 minutos, que pareceram horas intermináveis. Chegamos no pier junto a outros 3 barcos que também enfrentaram a fúria do mar. Um outro ainda estava faltando.
Subimos no barco já com dificuldade. Embora não houvesse nenhum sinal de tempestade, o mar já nos dava um pequeno alerta sobre o que nos esperava. Fomos todos obrigados a colocar os coletes salva vidas - algo que havíamos sido dispensados na ida. O capitão tocava o barco a toda velocidade, frequentemente nos molhando do lado de dentro. Aos poucos o céu foi escurecendo, depois vieram os ventos fortes., Até que ela chegou. A tempestade anunciada pelo nosso guia era verdade é se materializava nos pulos que o barco dava e nos banhos que tomávamos, quando as ondas de cerca de dois metros ignoravam as tentativas do capitão de manter a água do lado de fora do barco. No verão da Tailândia, sentimos frio. E medo. Grande parte do barco estava apavorada. Casais se abraçavam para se aquecer e se confortar um pouco. Apesar de ciente dos riscos, mantive a calma. Qdo se aceita a morte como parte da vida, o medo vem tímido. Não que eu quisesse morrer ali, claro. Joyce estava em pânico, como nunca.
O almoço foi simples e pro meu gosto nem estava muito bom, exceto o franguinho frito, coxinhas da asa, que amo! Havia duas outras opções, além de arroz, macarrão com molho de tomate adocicado, frutas, água e refrigerante. Embora fossemos servidos, era possível repetir - e sobrou bastante comida. Devidamente alimentados, subimos a umas rochas que formar um mirante da praia.
Nenhuma palavra vai conseguir descrever esse arquipélago chamado Similan. As praias tem o tom de azul exato que aparecia em meus sonhos. Tudo o que posso fazer é agradecer por todos os caminhos percorridos até chegar aqui hoje. Absolutamente incrível. Infelizmente a parada durou menos do que eu gostaria. Ficaria bem mais tempo gastando a beleza daquele lugar. Mas a barriga já dava sinais de fome - e a próxima parada seria para almoço. Então , vamos que vamos! Depois de uns 15 minutos no barco, chegamos a mais uma praia absolutamente incrível. Descemos e adentramos na florestinha, onde há toda uma estrutura rústica para servir o almoço. Há também barracas de acampamento, algumas pessoas passam a noite por lá para um contato mais intenso com a natureza.
O fundo do mar alternava entre trechos com corais, areia e pedaços de madeira, provavelmente consequência do tsunami de 2004. Um daqueles momentos de se refletir como a natureza é poderosa. Depois de uma meia hora nadando, voltamos ao barco e seguimos para nossa segunda parada. Desceríamos em uma das ilhas para relaxar na praia, que segundo o guia seria um paraíso. Não sei se paraíso é uma palavra forte o bastante para descrever o lugar onde paramos. Água morna e azul piscina, areia branquinha e árvores circundando o local. Inacreditável.
Apesar de terem nos dito que não havia café da manhã incluso, havia um lanchinho a nossa espera. Café, chá, chocolate e biscoitos. Claro que não consegui colocar mais nada pra dentro naquele momento. Apenas sentei e torci para que o remédio fizesse efeito logo. Aliás, decisão acertadissima essa de tomar o remédio. Eu certamente não teria curtido o passeio sem ele - muito menos a volta turbulenta, que eu conto depois. Já a bordo do Sandy, começamos a navegar pelo mar de andaman. O céu estava um pouco nublado, o que deixava o dia com uma temperatura agradável. Nossa primeira parada foi para snorkel, próximo a uma das ilhas - a sétima, se não me falha a memória. Q água variava em tons de azul, do claro ao escuro. Dentro d'água inúmeros peixes se aglomeravam ali perto, mesmo sem o truque de jogar comida para atrai-los. A cor embaixo da água era linda, embora a visibilidade não fosse excelente.
Saímos de Phuket em direção ao norte da ilha ao mesmo tempo que o sol subia no horizonte. Entre o verde das montanhas, os primeiros raios traziam luminosidade ao céu neblinado. Eu não me sentia muito bem disposta ainda, uma mistura de enjôo, provavelmente causado por algo que comi na noite anterior, e muito sono, resultado de dormir tarde e acordar tão cedo. Briguei cobtra ambos nas duas horas de trajeto. Quando chegamos no vilarejo, fizemos check in e recebemos pulseirinhas de identificação do nosso barco, o Sandy. Havia remédio para enjôo disponível e aproveitei para tomar. Normalmente não sinto nada em barcos, mas do jeito que eu já estava em terra firme, eu não duraria muito tempo.
Não acreditei quando o despertador tocou às 5:15 da manhã. Embora continuar na cama fosse o que meu corpo pedia, a mente já estava a mil com a expectativa para esse passeio. Seria agora que eu conheceria o mar da Tailândia que eu imaginava? Ainda escuro, empacotamos as tralhas e desci para comprar nosso café da manhã no mercadinho Family Mart. Com sanduíches e café nas mãos, ficamos aguardando a van que nos levaria até uma outra cidade, de onde pegaríamos o barco para as Similan Islands, um arquipélago de 9 ilhas , ao norte de Phuket. O sol ainda não iluminava o céu completamente quando as van chegou e nos encontrou sonolentos. A Raquel, uma brasileira queridissima que nos incentivou a ir nesse passeio, já estava no carro.

3 May 2017

Jantar da 7-eleven
Bang-la road, sorvete
Presente de Phuket - nosso primeiro por do sol e muito tempo
Suor Água "Tax" - 300 ou 400?
As escadas parte 1 PrainhA Escada parte 2
O sol começou a se aproximar do horizonte Hora de ir
Muitos caranguejinhos na areia. Poucas pessoas. Praia bem reservada.
Violência das ondas e correnteza. Banho - água quentinha Curtindo um sozinho
O caminho até a praia é bem rústico, parte passa pela lama (graças a alguma chuva recente ) e termina em uma área alta, com árvores e mata. Tivemos que pagar 200 baht por pessoa para acessar a praia. Compramos ainda uma bebida e iniciamos a descida. Não demorou mais que alguns passos para começarmos a avistar a água - um azul claro lindo! Ainda não é aquele azul-tailandia que eu sonhava, mas já chegou mútuo perto! Enquanto descíamos os inúmeros degraus e rampinhas, , eu só pensava no caminho de volta! 😂 Depois de descer, chegamos a uma pequena praia, que não era à principal. As ondas estavam bem fortes. Começamos a escalar umas pedras para acessar a praia principal e só depois vimos que havia um outro acesso por trás. Continuamos nossa escalada pelas pedras e chegamos na praia principal. Que lugar lindo. Difícil descrever aquele tom de azul, a a areia branca e os coqueiros ali ao redor sem usar a palavra paraíso.
Nos apresentamos e fomos dar uma volta. A primeira impressão da praia de Patong foi bem sem graça. Uma água acinzentada, o céu nublado e tudo bem parado. Nada parecido com as fotos que eu tinha visto. Mas já estávamos com a expectativa baixa para Phuket, já que todas as pessoas que conversamos nos últimos dias disseram que não gostaram da cidade. O sonho de águas azul-tailandia foi adiado novamente. Foi quando o Reis descobriu que um outro amigo, também conhecido somente pela Internet, estava em um restaurante bem próximo. Cono nao tínhamos plano, fomos até lá fazer contato. E amigo estava com mais amigos e família, decidimos sentar con eles e almoçar também - restaurante italiano, oba! A conversa do almoço fluiu bem e chegamos a cogitar acompanhá - los até a paradise beach, para onde eles iriam. Entretanto, a Raquel não curtiu muito as fotos que viu dessa praia e sugeriu a Freedom beach, que um amigo dela havia recomendado. Catamos um tuk tuk invocado de Phuket e seguimos.
Fomos em uma conveniência aqui pertinho do hotel comprar nosso café da manhã. A propósito, da porta da conveniência já era possível avistar a praia. Como chegamos a noite, não tinha dado pra ver que era tão perto! 😍 Sonho praia da Tailândia próximo de ser realizado! Sonho no sentido mais literal possível, já que passei a a duas últimas noites sonhando com uma praia de águas azul-tailandia. Consegui conter o impulso de ir correndo até lá e compramos nosso café da manhã. Um sanduíche quente com um café pra mim. O café passou um pouquinho do ponto do açúcar, mas o sanduíche estava uma delícia! Combinamos de nos encontrar com a Raquel, uma brasileira que faz parte de um grupo do whatsapp, de pessoas que estão pelo sudeste asiático. Nos arrumamos para praia e fomos encontra-la.

2 May 2017

Dono do apê de bangkok não encontrou a chave Caixa de correspondência errada! 83 ou 8/3
Andamos toda a rua, impressionados com a quantidade de gente, de bares, de ofertas e de cartazes de Ping pong show! Uma atmosfera muito badalada. Me senti em pleno carnaval!
Chegamos no aeroporto de Phuket. Fizemos uma simulação pelo grab taxi e o valor era 70,00. No táxi do aeroporto era 80,00. Acabamos optando por uma van compartilhada (minibus , que saiu por 18,00 por pessoa). A van nos deixou numa rua bem próxima ao hotel. Em cerca de 15 minutos, já estávamos no nosso quarto. O hotel é simples, mas bem parecido com as fotos. Atendeu as expectativas. Pagamos 70,00 na diária, mas não inclui café da manhã.
Vôo pela vietjet Sanduíche 7,00 Muuuuuita turbulência na chegada Muitas vozes
Entrega do apartamento - chave na caixa de correspondência Pagamos na diária 63,00.
Palácio - a conquista

1 May 2017

Palácio tentativa 3 Grab não aceitou a corrida Fechado - feriado?

30 April 2017

Golden Mountain Giant swing
Palácio tentativa 2 - abortada Almoço Wat pho
Barco 1 - não descemos no lugar certo- wat arun Barco 2
Saímos para fazer o roteiro de templos. Começamos no Wat xxxxx. Ao chegar, tivemos uma primeira impressão um pouco ruim, pois estava tudo bem sujo , em obras e poucas pessoas com cara de turista. Muitos pedintes.

29 April 2017

Salão do italiano - Joyce

28 April 2017

Grand Palace
Encontramos um McDonalds para usar o wifi. Era necessário comprar algo, então aproveitei para experimentar a tortinha "chicken carbonara" . Bem gostosa! Pedimos então um táxi e fomos até a Kao son road, a rua onde toda a bagunça turística acontece. É lá que estão as barraquinhas vendendo os escorpiões e outros insetos de origem duvidosa. Andamos pela rua, que é bem pequena. Ao chegarmos ao fim, resolvemos andar até a orla.

26 April 2017

Fomos então andando do hospital até o café. Chegamos no local. Tudo extremamente colorido em tons pastéis, cores de unicórnio 😂 Embora bem infantil, havia muitas adolescentes pirando com os unicórnios. Realmente a decoração é muito bem feita, ambiente bem temático mesmo. Pedimos bebidas e sobremesas. O brownie com sorvete estava uma delícia! Lanchamos, tiramos muitas fotos e seguimos.
Depois de algumas estações, descemos. Caminhamos alguns minutos e chegamos até o hospital, onde passaríamos para Joyce trocar o curativo da queimadura de moto. Ao entrar, ficamos impressionados! Um ambiente absurdamente luxuoso , parecia um hotel ou shopping de luxo. As enfermeiras com unifornes e chapeuzinhos tradicionais, escada rolante, wifi. Tudo muito iluminado, claro e organizado. O atendimento foi muito rápido e Joyce teve "alta". Não vai mais precisar trocar o curativo. Enquanto esperava, descobri que o Unicorn café que Joyce queria muito ir, ficava muito próximo.
Depois de almoçarmos nossas comidinhas da 7-eleven, fomos passear. Pegamos o BTS, o skytrain de Bangkok. É necessário comprar o ticket nas máquinas, usando moedas. Para isso, precisamos trocar dinheiro com uma atendente. O processo foi simples. A passagem e e cobrada de acordo com a distância é existe um mapinha ao lado da maquina, indicando os valores. Compramos os tickets (34 baht ) e fomos pegar o trem. Uma guardinha que fica observando o movimento nos indicou a direção que deveríamos tomar. O trem não era muito diferente de outros lugares, bem parecido inclusive com o da Malásia, mas estava bem cheio.

25 April 2017