South America, Europe · 11 Days · 50 Moments · August 2017

Eurotrip 2017. Está dada a largada!


1 September 2017

Compradas as bijuterias, passamos na Douglas para olhar os perfumes e decidimos arriscar nossas compras em Berlim. Os preços aqui são melhores do que os do Free Shop do Brasil, e um pouco mais atraentes daqueles que vimos em Budapeste e Viena, mas ainda sim, salgados. Então fomos para o hotel deixar as nossas compras e passar no mercado de ontem para olhar o laque que a mamãe havia me encomendado. Preço excelente! Levei 02. Com fome, seguimos mais uma vez para o estratégico Ferdinanda, e pedimos uma tábua de frios. Estava muito boa e deu para enganar a fome.
Praga amanheceu fria é muito chuvosa. Sabíamos que não adiantava sair do hotel muito cedo, pois aqui na Europa o comércio é fraco antes das 10 h, e com o clima desse jeito, não tínhamos muito o que fazer. Tomado o café da manhã, partimos a procura de capas de chuva, pois havia previsão de chuva forte a partir do meio dia. Foi a melhor coisa que fizemos. Seguimos devidamente protegidos até a Ponte Carlos, mas com toda aquela água, desanimamos de continuar. Nesta hora, passávamos nas imediações de uma cervejaria bem indicada na internet a U Pinkasu. Ah! Que delicia de lugar! Muito aconchegante! Cerveja perfeita e ambiente descolado. Gostaria de ter ficado mais tempo por lá, mas precisava olhar as bijuterias de cristal que eu queria levar. Comprei dois brincos para mim, outro para a mamãe e um conjuntinho de brinco e cordão para a Juju.

31 August 2017

Almoço concluído, seguimos caminhando em direção ao hotel a procura de um mercado que vendesse produtos de higiene pessoal. No quarto, colocamos nossos aos trajes de banho e passamos alguns minutos relaxantes na sauna. Saímos de lá revigorados. O destino seguinte deu-se nas proximidades do hotel. Primeiro entramos num restaurante típico de Praga, localizado na calçada da frente, chamado Sherwood. Lugar bonito, aconchegante e com o cardápio demasiadamente regional na minha opinião. Por esta razão, convenci o Fernando a procurarmos novo lugar para comer. No fim das contas, debaixo da chuva já prevista , acabamos no Ferdinanda e para nossa sorte, fizemos mais um pedido bem sucedido. Desta vez, foi um filé suíno, acompanhado de cogumelos e queijo branco, bastante saboroso. Delícia!
Optamos por não fazer a segunda linha do city tour, pois a previsão do tempo, informava que o dia seguinte seria de frio o chuva, o que dificultaria bastante o passeio à pé. Voltamos para o "nosso" lado do rio, sentamos no Topicuv Salon, localizado no centro histórico e em seguida fomos para o Pasta Fresca almoçar, atendendo à indicação de um amigo Fernando. Na entrada, ninguém dá nada pelo lugar. Da calçada vê-se um beco estreito com mesas e cadeiras, mas bastam alguns passos para se inebriar com o aroma perfeito que vem lá de dentro. Sem falar do requinte incomparável. Ouso dizer, que esse restaurante serve a melhor comida italiana que já provei na vida. E justamente na República Tcheca. Quanta ironia! Pedimos um prato cada um, eu ravioli e o Fernando canelone. Saímos de lá, satisfeitos e encantados.
Novamente no ônibus, seguimos para o ponto mais alto da cidade, onde está localizado o imponente Castelo de Praga Têm-se de lá de cima, uma vista de tirar o fôlego, das principais Torres e monumentos históricos da capital tcheca e para abrilhantar o momento, havia uma banda maravilhosa tocando na praça. Que sonho de viagem!
Com as palavras devidamente hidratadas, continuamos a caminhar por esta parte da cidade. Seguimos em direção à bela Ponte Carlos, local turístico de Praga, repleto de turistas, músicos e ambulantes vendendo todo o tipo de coisa. De lá seguimos pelas ruelas, admirando as construções, é cada vez mais apaixonados por tudo que os olhos conseguiam alcançar, e o que as câmeras jamais seriam capazes de capturar.

30 August 2017

A noite, após uma parada no hotel, optamos por jantar em algum lugar próximo, pois queríamos acordar bem dispostos para o city tour que faríamos no dia seguinte. Há poucos metros do hotel, fomos abençoados na escolha de um restaurante chamado Ferdinanda, que foi uma excelente descoberta. Voltaríamos lá mais outras duas vezes motivados pelo custo beneficio que é excelente. Comida gostosa e barata, com chopp de altíssima qualidade.
Cansados de tanto andar, paramos num café lindíssimo é muito agradável, o Karvana Bon Café, para descansar e beber uma cerveja. Praga não nega a boa fama de suas cervejas deliciosas e incrivelmente baratas. É um oásis para os apreciadores da bebida.
Famintos, escolhemos seguimos para um restaurante que o Fernando pesquisou na internet, o Krcma, próximo a uma das avenidas mais elegantes da cidade, a Parizská. O lugar é belíssimo, semelhante a uma taberna, atendimento impecável. Mas não demos sorte com o pedido sugerido pelo site de viagens, e informado pelo garçom, como sendo o carro chefe da casa. Chegou em nossa mesa, uma carne cozida destemperada e muito sem gracinha, acompanhada de um molho extremamente doce, com fatias de pães e uma espécie de geleia de cramberies. Ficamos desapontados, mas Praga apenas estava no início para nós e muitas delícias ainda estariam por vir.
Chegando no centro histórico, paramos mais precisamente em frente à uma das atrações turísticas mais populares da cidade, o relógio astronômico, montado na parede sul da Prefeitura Municipal na Praça da Cidade Velha, onde amontoa-se uma multidão de turistas para observar a ”Caminhada dos Apóstolos”, um show mecânico representado a cada troca de hora com as figuras dos apóstolos e outras esculturas com movimento; e um mostrador-calendário com medalhões representando os meses ou zodíacos. Como não poderia ser diferente lá estávamos nós, minutos antes das 15:00 hrs, com celulares à postos, para filmar e fotografar o acontecimento.
Já não é mais surpresa que nosso novo hotel, o Maria Prag, é uma beleza, assim como os seu antecessores foram. Talvez este esteja na frente, por enquanto, pelo tamanho do quarto (maior) e mimos, como drinks de boas vindas, sauna e desconto não no spa. De todo modo, nossos primeiros passos em Pragra já foram bem animadores. Ao entorno do hotel, vários restaurantes e lojas, especialmente de belos artigos de cristal, inclusive bijuterias e souvenires. Fernando foi à casa de câmbio trocar dinheiro por moeda local, e cá estamos bebericando uma boa cerveja tcheca e programando as nossas primeiras pernadas em Praga.
E nesta manhã, encerramos nossa estada encantada em Viena, a organizada capital austríaca, que é o sonho de morar bem de qualquer mortal que preze por qualidade de vida, tranquilidade, música, beleza e segurança. Após o café da manhã, pegamos um táxi na estação de metrô com destino à estação ferroviária. Ventava frio, mas o dia amanheceu lindo e agora já faz calor. Como era de se esperar, o trem chegou na hora marcada. Não conseguimos viajar juntos, mas posso vê-lo bem daqui onde estou. Se Deus quiser, em menos de 01 hora estaremos em Praga.

29 August 2017

Do hotel decidimos jantar mais uma vez no restaurante da noite passada, o Dulkautaler, que nos conquistou com sua cozinha e atendimento perfeitos. Pedimos um único prato, que é bastante farto, pois ontem sobrou muita comida. Desta vez, escolhemos uma espécie de churrasquinho de medalhão de porco acompanhado de batatas e salada de alface americano com milho e feijão. Muito bom! O Mais interessante é que rejeitamos um chopp diferente que o Fernando pediu, que tinha um gostinho de limão meio enjoativo. Tomamos menos da metade da caneca e quando a conta veio, verificamos que ele não havia sido cobrado. Fofos!
Nossa ida ao centro com a finalidade de compras, mais uma vez deu-se frustrada. Pouco importa, o fim de tarde no meio daquela muvuca de locais e turistas é uma maravilha.
Da Salm Bräu, fomos em direção ao centro comercial, a intensão era comprar qualquer coisa na Douglas e encontrar pneu bendito óculos de sol. Acontece que antes precisamos usar o toalete e assim, demos uma parada num restaurante aqui chamado Levante. O Fernando pediu uma cerveja e um Aperol. E assim, enquanto observávamos obrasse das pessoas, surgiu um enorme cachorro preto, não resisti e soltei aquele efusivo: "Noossa! Que lindo!" Imediatamente o dono do cão, chamado Obelix, da raça Terra Nova, virou-se e perguntou se éramos brasileiros, foi o necessário para engatarmos uma boa conversa.
Até a Salm Bräu, foram boas pernadas naquele sol que sol que só Jesus. Seguimos numa divertida caminhada entre admiração e fotografias que íamos fazendo da linda Viena. Sem duvidas, 03 noites é pouco. Viena merece muito mais. Na cervejaria, pedimos alguns chopps divergentes e privamos a salsicha branca da casa. Tudo maravilhoso! Esse é o tipo do lugar para se voltar e indicar àqueles que pretendem visitar a cidade.
O Naschmarket é um mercado repleto de amplas e sabores difíceis de explicar. Lá se encontram restaurantes das mais variadas cozinhas, lojas de vinhos, suvenires, bancas vendendo diversos tipos de queijos, frutas, temperos, antepastos, flores, carnes Peixes, dentre tantas outras coisas. Uma fartura difícil de descrever. A vontade que se tem é de sentar por lá e provar um porquinho de tudo, o que na realidade demoraria semana. Eu e o Fernando apenas bebemos uma cerveja, pois ainda não estávamos com fome e queríamos conhecer uma cervejaria também indicada pela Flávia.
Hoje foi o dia que escolhemos para retornar aos nossos locais favoritos e de quebra bater pernas naqueles que não conseguimos conhecer. Logo após o café da manhã, passamos na estação de trem para reservar os lugares da viagem que nos levará a Praga, amanhã. Depois pegamos o metrô em direção ao centro e seguimos caminhando até o belíssimo e delicioso Café Central, ótima indicação da Flávia, que vive em Viena, e nos passou várias dicas boas. Lá pedi uma torta de chocolate com nozes muito saborosa e o Fernando um café especial. Andamos por diversas ruas, cada uma mais linda do nada que a outra é as fotos não dos deixam mentir. Nisso próximo destino era o Naschmarket, ou mercado central de Viena.

28 August 2017

Após o banho, seguimos para jantar num restaurante que de comida típica daqui, incrivelmente bom, o Dulkautaler, pertinho do nosso hotel. Pedi o tradicional Wiener Schnitzel, e o Fernando um prato de nome impronunciavel, composto de batatas, linguiças, salchichas, ovo frito e deliciosos temperos. Que perdição! Nossas experiências gastronômicas nesta viagem têm sido maravilhosas, em na Austria. Uma maravilha!
Finalizando o roteiro da linha azul, descemos no ponto dos Palácios do governo e aguardamos por alguns minutos a chegada do ônibus que faria a linha vermelha. Durante este trajeto, mais longo que o primeiro, conhecemos bairros mais distantes do centro de Viena é não chegamos a descer nas paradas. Exaustos, finalizamos o city tour no ponto da escola de música Viena, e seguimos caminhando pelas ruas de comércio do centro. Compramos a lembrancinha da Juju, perfumes na Douglas e escolhemos um dos diversos restaurantes para comer alguma coisa. Que fome. De lá, pegamos o metrô e retornamos ao hotel.
De volta ao ônibus, continuamos o trajeto da linha azul e descemos no Palácio de Belvedere, um local também conhecido como Versalles de Viena, por sor seus jardins semelhantes aos da frança. Uma beleza! Logo na saída, paramos num restaurante bem em frente ao ponto do nosso ônibus. Tomamos um chopp muito gostoso e continuamos nossa andança que estava só no começo.
Como tiramos o dia para conhecer Viena, que é uma cidade bastante grande, passamos a maior parte do temp envolvidos com o city tour. E valeu a pena! Conseguimos pegar um lugar estratégico na frente superior, que possibilitou boas fotos das ruas que compunham o trajeto do ônibus. Rodamos por diversos pontos da capital, conhecendo um pouco da história austríaca e de seus personagens. E assim fomos até o retorno ao ponto localizado nas proximidades do Palácio de Schonbrunn, onde se deu a nossa primeira parada. Lá permanecemos apenas alguns minutos. O suficiente para vários cliques, pois tínhamos ainda muito o que ver.
Se o café da manhã do hotel de Budapeste nos parecia sensacional, o deste é espetacular. Sem duvida uma refeição das melhores. Salchichas acompanhadas de mostardas da casa, pães, bolos, queijos, frutas, iogurtes e patês variados. Enfim, um verdadeiro banquete! Satisfeitos, partimos em direção ao ponto do "mais próximo" de saída do city tour. Caminhamos cerca de 5,6 km e embarcamos na linha vermelha em frente ao Schönbrunn, onde voltaríamos mais tarde.

27 August 2017

No hotel tomam-nos um banho e seguimos em direção à Mariahilfer Straße, a procura de um restaurante de comida típica daqui que o Fernando pesquisou na internet, o Mariahilfer. Uma delicia! Bebemos cerveja e pedimos uma costela suína com batatas que estava de lamber os beiços.
De lá caminhamos pelos belíssimos jardins dos palácios do governo, fotografando e admirando toda aquela beleza estonteante, que só os olhos são capazes de capturar. Observamos as chacretes puxadas magníficos cavalos e o vai e vem de turistas arrebatados igualmente arrebatados de encantamento. A fome apertou e mais adiante encontramos uma feirinha de food trucks bem descolada. Tinha música ao vivo, muitas mesas, gente e comida de todo o tipo. O Fernando escolheu um sanduíche delicioso de salsicha para nós. Comemos e continuamos nossa longa caminhada pelas ruas de Viena até o hotel.
Do hotel saímos em direção à linda do metrô na qual deveríamos ter decido. Com alguma dificuldade e graças a ajuda de uma moça, compramos os tickets e seguimos para o centro. Chegando lá, ficamos absolutamente admirados com a beleza e sofisticação da cidade! Viena é belíssima, com seus prédios imponentes, lojas de grifes famosas. Nossa primeira parada foi na Basílica de Santo Estêvão. Um espetáculo! Depois seguimos caminhando e fotografando aquela maravilha toda. Foi então que uma música muito boa nos puxou para dentro do Café Griensteidl, lugarzinho bacana e descolado. Lá bebemos um chopp e apreciamos a banda ótima que se apresentava.
Chegamos a Viena às 11:20 h sob um dia de sol e calor semelhante aos que vivemos em Budapeste. Inicialmente, ficamos encantados com a beleza e modernidade da estação. E lá permanecemos perdidos por alguns minutos, sem a menor ideia de como chegar ao hotel. Somente depois, viemos a descobrir através do taxista, que havíamos descido na estação errada. Mas nada disso fazia diferença para nós, afinal, chegamos em Viena, encontramos o hotel reservado, o Fleming's Conference e ficamos bastante satisfeitos com o nosso quarto.
Como era de se esperar, nosso trem chegou à estação na hora marcada. Deixamos Budapeste às 9:40 h. Desta vez compramos passagens de primeira classe, o que foi ótimo, pelo conforto de se ter, tomada para carregador do celular, banheiros mais limpos e serviço de bordo. Como é gostoso viajar de trem! Durante a viagem ainda bebemos aperitivo e algumas cerveja, enquanto contemplávamos a bela paisagem que corria pela janela.
E assim como num passe de mágicas, nossa estada em Budapeste chega ao fim. Acordamos bem cedo para nos despedir com calma, daquele café da manhã divino do Danubius Astoria. Estávamos ansiosos para seguir viagem e ao mesmo tempo com uma certa peninha de deixar Buda e também Peste. Saindo para a estação de trem, tive dificuldades com as malas naquelas escadas rolantes do terror. Por sorte, uma moça ajudou o Fernando, e ele ficou meio furioso, não sem razão, por conta minha falta de jeito. No fim, acabou tudo bem.

26 August 2017

Decidimos jantar no restaurante do hotel, que é muito bonito e conhecido em Budapeste. Lá encontramos uma dupla de músicos adoráveis, que brindou o ambiente com ótimas musicas. Até bossa nova rolou em nossa homenagem. Os pratos estavam bons, mas nem de longe condizentes com a boa fama do restaurante. No meu, inclusive, veio um fio de cabelo como acompanhamento. Deixei pra lá, mas me arrependi depois.
E assim continuamos nossa andança, com a certeza de que aproveitar ao máximo era preciso, pois amanhã nosso destino será outro, e de Budapeste a saudade já se antecipa. Seguimos em direção a Basílica de São Estêvão, onde mais uma vez agradecemos. A gratidão sempre será pouca se comparada às bençãos que nos vem sendo dadas nesta viagem. Na saída comprei um delicioso sorvete de limão com chocolate na gelataria mais tradicional da cidade, a Gelarto Flor, onde escolhi um sorvete em forma de flor com sabor de chocolate e limão. Maravilhoso! Mortos pelo calor de 33 °C, e também famintos, paramos numa cervejaria próxima à basílica, bebemos um chope e continuamos nosso trajeto. Queríamos almoçar num restaurante turco próximo à Vàci Utca, mas fomos informados de que lá não vendia bebida alcoólica. Desapontados, desistimos. No fim das contas, comemos uma pizza que estava até gostosa e seguimos para o hotel. Suados, exaustos e muito felizes!
Saindo da estação de Kelety, seguimos caminhando por Budapeste com direção a Andrásy Utca, uma rua milionária repleta de restaurantes bacanas e lojas de grifes, daquelas que a gente só observa. Durante o percurso fiquei admirada com a prioridade dada ao ciclista. Aqui temos uma faixa própria em todas as ruas. Eu disse todas! Até sinal de trânsito para bicicleta tem. Uma realidade bem distante no Brasil. Logo no início, entramos no Museu Casa do Terror, endereço que hoje homenageia as vítimas que lá sofreram o terror real no passado. Programa imperdível. O calor de hoje vem superando os dos demais dias, então paramos em vários lugares após o museu, para descansar e refrescar a palavra. Gostamos especialmente do Művész Kávéház, um café charmoso localizado naquela rua, onde pude apreciar a tradicional limonada húngara. Seguindo a dica do garçom, pedi uma saborizada com maçã verde, bastante gostosa e refrescante.
Passado o delicioso café da manhã, seguimos rumo ao metrô a fim de conhecer o percurso faremos até a estação do trem que nos levará a Viena amanha. Logo em Astoria, já compramos os tickets com validade de 24 horas. Acontece que as escadas rolantes dos metrôs daqui são assustadoras pelo seu tamanho e velocidade. Tive uma vertigem louca.

25 August 2017

A noite continuou numa galeria, a Gozsdu Udvar, repletas de bares e restaurantes lotados de turistas bobões que se deixam impressionar pela apelação e falsa beleza dos lugares. E lá fomos eu e o Fernando como dois ratinhos rumo à ratoeira. Sentamos num barzinho com DJ e belos garçons, chamado Spilet Shanghai Secret Bar. Bebemos umas cervejas e pedimos dois pratos caros e sem graça. No meu a linguiça estava até saborosa, mas o goulash do Fernando não passava de uma aguinha rala. Que furada!
No caminho do hotel para o passeio de barco, passamos numa igreja chamada Belvàrosi Ferences Templom, a fim de agradecer a benção que vem sendo este nosso retorno mágico à Europa. De lá, aguardei o Fernando trocar algumas moedas na casa de câmbio e seguimos para o ponto de saída. Em palavras, jamais conseguirei registrar tamanho encantamento ao observar a noite de Budapeste pelos olhos do Danúbio. Inesquecível! Eu desejei naquele instante, ter perto de mim, todas as as pessoas que eu amo. Por graça divina, meu marido e companheiro querido ali estava.
O calor da tarde era intenso, estávamos suados exaustos. Então, pensando no passeio de barco pelo Danúbio que iríamos fazer a noite, optamos por retornar ao hotel para um banho e recarga das baterias de duas horas. No caminho ficamos impressionados com a grande quantidade de sebos e livrarias espalhadas pela cidade. De igual modo percebemos a imensa variedade de bares e restaurantes das mais diversas cozinhas, especialmente turca, italiana e Húngara, é claro.
De Buda pegamos novamente o ônibus vermelho e seguimos margeando o Danúbio. Atravessamos para o lado Peste e paramos no Mercado da cidade, o Great Market Hall. Lá encontramos muitas bancas de produtos típicos da Hungria, frutas, suvenires, uma grande variedade de salames e linguiças. Compramos algumas lembrancinhas e almoçamos deliciosamente bem num restaurante localizado no 3º andar, o Fakanál Étterem Restaurant. Lá escolhemos uma costela de mangalitsa, que é um tipo de porco cuja carne é bastante consumida por aqui, acompanhada de molho de páprica e batatas fritas "de verdade". Foi uma excelente escolha, pois o ar condicionado estava ligado e a comida era boa. Havia também uma banda tocando música local, o que tornava o ambiente bastante agradável.
A comilança foi sucedida pelo 2º dia de city tour no ônibus vermelho. Desta vez percorremos a linha amarela que nos levou até Buda. Que lugar incrível! Conhecemos o Castelo de Buda e o Bastião dos Pescadores, onde se alcança uma das vistas mais incríveis da cidade. Buda é pitoresca, ao passo que Peste é um pouquinho de realidade no verdadeiro conto de fadas que é a capital da Hungria. A todo tempo, a cada esquina, a sensação é de estar num sonho. Em Buda bebemos cerveja e tomamos sorvete. O dia começou abafado e com calor intenso. As nuvens que cobriam a manhã deram lugar ao sol, e a temperatura disparou para os 32 ºC. Nada que atrapalhasse o sonho. Tudo perfeito.
Neste momento estamos sobre as águas do Danúbio a espera do barco que nos levará a um passeio muito romântico. Nosso terceiro dia em Budapeste, foi mais uma joia cujo brilho eu gostaria de manter intacto na memória. A primeira surpresa veio logo cedo, no café da manhã do hotel. Não falo de um simples dejejum, o que tivemos foi uma experiência gastronômica. Pães, queijos, pastas, sucos, frutas, presuntos, salames, queijos dos mais variados. Um verdadeiro banquete dos deuses.

24 August 2017

Depois de forrar o estômago e comprar alguns objetos de higiene pessoal, voltamos ao hotel. Fernando acabou retornando à rua para comprar bebidas e presuntos. Mais tarde saberíamos que o frigobar do quadro puramente decorativo. Mesmo cansados resolvemos sair em direção ao Bairro Judeu, andamos bastante por diversos bares, chegamos a entrar, inclusive, num dos Ruin Pubs, muito comuns aqui, chamado Szimpla Kely. O lugar é bastante pitoresco, só indo para entender, estava repleto de gente, especialmente de jovens. Continuamos a nossa caminhada e após muita andança, escolhemos pousar no Hops Beer Bar, uma cervejaria pequenininha com chopes maravilhosos. O problema é que em Budapeste os restaurantes fecham antes do roncar do nosso estômago. Por sorte encontramos próximo ao hotel uma pizza em fatias que mesmo ruinzinha quebrou o nosso galho.
De volta a Peste, paramos na Vàci Utca num restaurante italiano, onde mais uma vez apenas bebemos, porque a rua é uma ótima pedida para quem gosta de assistir o vem e vai das pessoas, coisa que o Fernando adora. Tentei comprar um chinelinho, que no Brasil seria bastante popular, mas aqui custa 60 Euros que eu não tive coragem de pagar. E assim a tarde docemente continuou a torturar meus pés cansados. De lá, andamos mais, passamos por lugares e bares ótimos nos quais pretendemos voltar hoje se tivermos tempo. Mas ontem, novamente a parada foi na Hops Beer, porque a cerveja de lá é a mais indecente e nós queríamos jantar no restaurante de frente o Gettó Gulyas. Assim o fizemos e foi uma delicia!
Nosso segundo dia em Budapeste começou mais tarde do que deveria. Cansados da viagem acordamos às 10:05 h e por muito pouco não perdemos o café da manhã, que já estava sendo retirado. Logo em seguida, pegamos o ônibus vermelho para o city tour. Vale o investimento. Paramos na Citadela localizado em Buda, onde tem-se uma vista fantástica do lado Peste. Em seguida descemos em Peste, nas proximidades da bela Ponte das Correntes, atravessamos para o lado Buda, bebemos um canecão de chopp num restaurante muito simpático às margens do Danúbio, chamado Andante. O nome mostrava-se bem apropriado, pois lá pelas tantas meus pés já estavam destruídos.

23 August 2017

A chegada em Budapeste foi só alegria e nos surpreendeu positivamente pela beleza do lugar e fineza de sua gente. Fomos muito bem recebidos no nosso hotel, Astoria Danubius. E percebemos desde o aeroporto, o quanto a cidade é preparada para o turismo. De banho tomado, partimos para explorar os arredores, comprar um chip de internet móvel, bater pernas e comer alguma coisa. O que vimos, apesar do grande número de turistas, jovens em sua maioria, foi tranquilidade, limpeza e silencio nas ruas. Tão linda! Tão acolhedora! Budapeste é um lugar que chama a gente para ficar ou para já pensar em voltar antes mesmo de partir. Retornamos ao hotel, após uma parada no Anna Café, um pega-turista estratégico que o Fernando encontrou na Vàci Utca, uma rua repleta de lojas e restaurantes. Ah, como é bom matar a saudade do chopp europeu! Se eu tivesse um pingo de vergonha na cara, nunca beberia Brahma, depois de conhecer um cerveja de verdade!

22 August 2017

Ontem não consegui escrever nada, pois a correria foi grande e a nossa internet 3G acabou. Fizemos uma ótima e cansativa viagem pela cidade pela companhia Alitalia. Entretanto, o espaço entre as cadeiras era pequeno para nós que somos grandes e a comida tradicionalmente sem gracinha como não poderia ser diferente nos aviões de vôo internacional. Fizemos uma escala beem tensa em Roma. Aeroporto lindo, porem, muito cheio e desorganizado. Pensamos, por um momento que não fôssemos conseguir embarcar para Budapeste. Graças a Deus, tudo certo. O avião decolou às 11 horas de Roma, e cerca de 1:30 horas depois pousamos na capital Húngara.
E já é possível vê-lo a nossa espera e nós no aguardo do chamado dele. O Galeão está tão lindo quanto caro. Passamos pelo free shop com olhos compridos e a falsa cara de paisagem de quem não liga "pra essas coisas". Em seguida bebemos umas cervas, comemos bruschettas num barzinho chamado Thilapia, ativamos o chip internacional e agora sentamos em frente ao portão de embarque para assegurar que não ficaremos de fora. Deus nos leve, conduza e nos traga com saúde e felicidades desta tão sonhado viagem que está prestes a começar.
Vascaína é atleticano sofredores, posando para a foto na chegada do Galeão. Enquanto nossos times padecem no brasileirão, a gente se diverte. 🛩
A caminho do aeroporto sob o misto de ansiedade e pesar. No início da manhã de hoje fomos surpreendidos pelo falecimento do Sr. Jorge Chamoun, nosso amigo tão estimado. Em seguida tomamos nosso tradicional café da manhã no Stalos pensando na fragilidade humana e no quanto a vida é passageira. Mais um querido que 2017 levou. Que Deus o receba com amor.

21 August 2017

Enfim chegamos no Rio um pouco antes das 18 h. Deixamos as malas na casa da Regina e saímos para comprar filtro solar e toalha de banho. Ficamos impressionados com a quantidade moradores de rua espalhadas pelas calçadas. Faz uma noite fria, o que corrobora a triste condição dessas pessoas. Agora estou com meu cisne no Belmonte levantando os copos, pois nesta modalidade somos campeões.
É doce mofar no aeroporto! Nosso voo está atrasado, com previsão de saída estimada às 16:18 h. Detalhe básico para a 1 hora e 30 minutos de delongas. Difícil deixar esse Belo Horizonte para pousar na cidade maravilhosa, ou seria criminosa?
Trazidos pela Bel, eu e o Fernando chegamos há pouco no Aeroporto Internacional Tancredo Neves em BH, onde aguardamos nosso vôo com destino ao Rio de Janeiro. Passaremos uma noite no apartamento da Regina, para garantir que nenhum contratempo atrapalhe nosso embarque para a maravilhosa Europa. Para registrar esse momento de pura ansiedade e expectativas, fotografamos o início dos trabalhos na cervejaria Pub Backer do aeroporto. Projeto Mobidic, é dada a Largada!