South America · 38 Days · 106 Moments · October 2017

Machu Picchu 2017


18 November 2017

Machu Picchu 2017, uma viagem inesquecível!

17 November 2017

Nossa última noite da viagem foi jantando no hotel. Estava delicioso. O jantar estava embalado por um cantor com seu violão, que depois virou um show cômodo mundo dançando. A Neide e eu fomos dormir cedo mas o pessoal ficou dançando e cantando até é madrugada. No dia seguinte, acordamos cedo e viemos para casa. O último dia foi o mais molhado da viagem. Pegamos chuva de Laguna até Camboriú, mas tudo bem. Nos despedimos da turma de Quitandinha no trevo de Tijucas do Sul e chegamos em casa lá pelas 5 da tarde. Que viagem sensacional! Deu tudo certo. Pra mim foi um sucesso! Foi também superação, realização de um sonho.
A Neide e eu resolvemos andar os 2km até o Restaurante Bangkok e experimentar a comida tailandesa do local. Foi a melhor refeição da viagem. A dona do restaurante veio da Tailândia há dois anos e cozinha divinamente. Comemos a valer, saboreando os pratos como gostinho da Tailândia. Que saudades! Voltamos andando par o hotel, pela praia. Show!
A paisagem do mirante é de arrepiar.
Na volta, a Neide quis descansar mas eu ainda estava disposto. Fui com o Jairo e a Jacque visitar a rampa de voo livre, o farol e o mirante do morro dos conventos. O lugar é muito lindo, e a temperatura estava agradável para caminhar. Mas piscina ou mar, nem pensar.
A Neide e eu acordamos cedo e fomos caminhar. Ficamos impressionados com o tamanho do morro, das praias e das dunas. Pra caminhar tudo isso seria mais de um dia andando!

16 November 2017

O hotel é muito bom, localizado num lugar privilegiado e com uma vista linda do mar. A piscina é muito convidativa, mas a frente fria estava nos alcançando com seu vento gelado.
Depois do almoço e da sessão pastelão pra ligar minha moto, foram apenas 70km até o Hotel Morro dos Conventos, nossa última parada da viagem.
O restaurante era na beira do rio. Tinha muita gente pescando. Tarde agradável, quente pacas.
À saída de Pelotas foi meio chata porque minha moto só pegava no tranco, a cordinha de reboque estava arrebentando, o GPS ficou doido e, pior, uma tempestade estava nos alcançando. O pessoal colocou roupa de chuva, mas a Neide e eu apostamos no otimismo. Quando saímos da cidade estava uma chuva forte mas deixa os ela pra trás assim que começamos a acelerar mais forte. Chegamos cedo em Porto Alegre, abastecemos e combinamos almoçar em Torres. Daí até o restaurante foi super rápido, não nos perdemos no cebolão de Porto Alegre ( viu, Toninho?) e fomos rápido pela freeway. Almoçamos um camarão a grega fantástico num lugar muito agradável. Viva a Marcelo Tour!

15 November 2017

De Punta ao Chui foi um pulo, e chegamos ao Brasil! Tentamos comprar umas coisas no Free shop, mas os preços estavam abusivos. Dai atravessamos a reserva do Taim, que agora está bem bonita, com radares de velocidade, poucos buracos e nenhum bicho morto. Notei uma melhoria imensa desde 2013. Chegamos inteiros em Pelotas e fomos jantar no Mercado Central. Muito bom comer arroz, feijão, bife e ovo no Brasil!

14 November 2017

Além de fotografar, nos divertimos bastante em Punta. Esta cidade é muito agradável fora de temporada, com pouca gente. Foi uma tarde deliciosa!
No fim da tarde fomos brindados com um momento especial no monumento 'La Mano'. Nesta viagem visitamos as duas mãos, no Atacama e em Punta. A luz estava muito boa e tiramos muita, muitas fotos.
Passamos uma noite agradável em Colônia del Sacramento e partimos cedo para Punta del Este com o objetivo de almoçar na Casa Pueblo, mas o restaurante estava fechado. Seguimos até o hotel Florinda e almoçamos em Punta mesmo. Foi um dia muito lindo, mas eu estava indisposto para fotografar. Infecção e cansaço...

13 November 2017

O Buquebus era no fim da tarde, então decidimos passear pela capital federal a pé. Deixamos as motos e bagagens no hotel e saímos para a Rua Corrientes, Obelisco, Catedral, Plaza de Mayo, Casa Rosada e Puerto Madero. Custamos achar o restaurante La Bistecca, mas valeu a pena. O almoço foi muitíssimo bom. Depois tomamos um táxi para o hotel, pegamos as motos e enfrentamos o engarrafamento até o Buquebus.

12 November 2017

À distância de Córdoba a Buenos Aires é respeitável, mas graças à qualidade das autopistas, percorremos os 650km em 7 horas, bem tranquilamente. Compramos as passagens do Buquebus e fomos para o Hotel Lyon, lugar antigo mas muito bom. À noite fomos jantar no Cervantes II por recomendação do hotel. Este restaurante é antigo, tradicional, barato e serve pratos muito grandes. E depois do jantar fomos passear pela cidade, a pé.

11 November 2017

À noite fomos até o Paseo Bon Pastor ver o show de águas. À noite estava agradável e havia, muitas pessoas na rua. A sensação era de paz, segurança e de uma vida simples e feliz. Córdoba é uma cidade universitária, com vida noturna vibrante.
Nos hospedamos no hotel Savannah. Acordei cedo pra procurar um médico. Consegui uma consulta é um diagnóstico. Consulta e remédios ficaram por 60 reais, se fosse um Argentino no Brasil, não sairia menos que 1000. O pessoal foi passear no ônibus turístico. A Neide ficou comigo no hotel até melhorar um pouco. Saímos passear e almoçamos num restaurante muito simpático, que misturava sabores orientais, italianos e argentinos. Sensacional! A tarde descansamos mais um pouco até melhorar meu desconforto.

10 November 2017

Acordei igual a uma galinha de Angola: tofraco, tofraco, me sentindo super mal. O Luiz e o Jairo me ajudaram a manobrar e colocar as bagagens na moto. Eu mal conseguia andar. Tomamos café e eu mandei pra dentro alguns remédios porque neste dia a tocada seria longa. Foram uns 600km de Mendoza a Córdoba. É neste dia a navegação também foi complicada pois foram diversas estradas retas e mudávamos de uma para outra em cruzamentos pequenos. Paramos na cidadezinha de Nono, muito simpática, para almoçar. O calor estava forte. Depois do almoço, acabaram as retas. Atravessamos as montanhas de El Muro. Pena que eu não estava bem, porque as curvas desta estrada são muito divertidas. Chegamos no fim da tarde.

9 November 2017

Almoçamos num restaurante muito legal e, à tarde, fomos visitar algumas vinícolas é uma fábrica de azeite de oliva e aceto balsâmica. Estava muito quente. A primeira vinícola era tipo boutique, com produção média e rótulos exclusivos. Lugar bonito, mas não gostamos dos vinhos. O segundo, era um lugar bem pequeno e artesanal, onde notávamos o amor pelo vinho e a vontade de fazer o melhor. Aqui sim, experimentamos um vinho excelente e comprei uma garrafa. Depois fomos na fábrica de azeite e finalmente numa vinícola que faz vinhos doces, muito estranha. No fim da tarde, demos uma caminhada pelo centro de Mendoza. Vi um artesão que faz facas com sucata. Coisas maravilhosas! Me arrependi de não ter comprado uma faca.
Nos hospedamosno Hotel Vênus, em Mendoza. No dia seguinte, planejamos dois passeios. Pela manhã, fomos de moto até o Hotel Termas Villavicencio, fonte da famosa água mineral. Este hotel fica num local lindo, mas muito remoto, e foi fechado em 1978 por motivos econômicos. Agora funciona como museu, mas apenas os jardins são abertos à visitação. O que valeu mais a pena foi o caminho até este lugar: uma reta muito longa saindo de Mendoza e, quando começa a subida da serra, muitas flores e paisagens lindas, e quase sem movimento. Aqui senti a dor da infecção pela primeira vez, mas não dei importância.

8 November 2017

Chegou o dia dos Caracoles. Saímos cedo do hotel, mas Santiago não queria nos liberar. Depois de um engarrafamento monstro onde os motores esquentaram muito, conseguimos sair da cidade. Não foi fácil! Na estrada, chegamos a Los Andes num instante, abastecemos e logo subimos a famosa estrada dos Caracoles. Depois de tantas serras fantásticas, essa pareceu meio apagada. Mas teve emoção porque estava frio, com um pouco de neve e gelo no asfalto. Subimos com muito cuidado. Depois, ficamos sabendo, nevou bastante e a estrada foi fechada. Almoçamos em Uspallata, depois de visitar a Puente del Inca e seguimos até Mendoza, onde chegamos no meio da tarde. Não sei porque, mas tirei poucas fotos. Acho que a infecção já estava me pegando...

7 November 2017

Depois, no fim o dia, tomamos mais um vinho e uns petiscos enquanto planejávamos o dia seguinte.
Pense num caboclo metido e animado! O Jairo é muito divertido.
Finalmente saiu a carne é linguiça, no melhor estilo brasileiro. Comemos até cansar e ainda sobrou um pouco, que deixamos na churrasqueira para os haitianos. Estava muito gostoso.
O Jairo começou o fogo enquanto tomávamos umas biritas. Os empregados do hotel, acho que eram refugiados do Haiti, ficaram rodeando curiosos.
Depois da caminhada de ontem, a galera queria conforto. Resolvemos pegar um Uber e visitar as lojas de moto na Rua Lira. Compramos luvas e um retrovisor pra minha moto. As coisas no Chile são caras, mas acessórios de moto fogem à regra. Vale a pena! Na volta, fui passear pela zona franca com a Neide e a Jacque enquanto o Luiz e o Jairo foram ao mercado comprar os mantimentos para um churrasco no terraço do prédio.

6 November 2017

Ao anoitecer, nos reunimos na varanda do apartamento da Rosa pra saborear um vinho, queijos e sanduíches de atum. Fomos brindados por cores lindas ao por do sol.
Depois do almoço, a galera voltou de metrô para o hotel. A Neide e eu, radicais de base, vo.tamos a pé por outro caminho.
Estávamos com muita fome quando chegamos ao Mercado Central de Santiago. Nossa idéia era comer uma Centoja e contratar um ônibus de turismo para o dia seguinte. As duas coisas estavam muito caras e não foram atrativas para nós. Decidi os ir num restaurante chinês ali perto. Estava muito bom!
Como era descida, continuamos andando em direção ao centro. Quando chegamos no Morro de Santa Lúcia, que tem um castelo, eu subi e perguntei ao guia local se valia a pena entrar no parque. Ele me enganou e acabamos subindo um morro, mesmo cansados. Essa velharada é ponta firme!
Be, perto do nosso hotel havia o teleférico (que estava em manutenção) e o parque das esculturas. Passeamos por este parque por um bom tempo, admirando as obras de arte.
Havíamos comprado mantimentos na noite anterior. Pela manhã, nos encontramos no apartamento da Rosa e preparamos nosso café, bem caprichado. O pão branco era massudo, mas muito delicioso. Depois do café avó te eu mais uma da Marcelo Tour. Convenci a galera a passear a pé por Santiago. Começamos pelas vizinhança do hotel, que era muito bonita.
Acordei cedo e minha primeira ideia foi subir no terraço pra fotografar as montanhas nevadas. Pena que haviam muitas nuvens.

5 November 2017

Depois de alguma dificuldade pra ligar minha moto, seguimos viagem para Santiago. Paramos no mirante de um parque eólico bem grande e decidimos ir até Viña del Mar, onde saboreamos um camarão delicioso. Finalmente, pois até agora os pratos com camarão estavam fraquinhos. Depois continuamos até Santiago via Valparaíso, mas sem coragem de parar naquela cidade. A estrada era linda e com muitas vinícolas no caminho. Chegamos no Travel Place Lyon ao entardecer. Aparte hotel muito lindo. Nossos apartamentos eram no 16' andar e no 17' tinha um terraço com vista panorâmica, lavanderia, churrasqueira e piscina, que estava fechada. A vista lá de cima era muito linda!

4 November 2017

Depois do almoço fui tentar consertar a partida da moto enquanto o Jairo e o Luiz enchiam a cara de cerveja e caipirinha. Depois que desisti do conserto, me juntei a eles. Só que eu ainda estava ok para andar até a praia e ver o por do sol. Mais tarde fomos comprar comidas e bebidas e não deixaram o Luiz usar o banheiro. Ele não se apertou kkkk.
Nos instalamos e saímos almoçar, bem agasalhados porque estava frio e ventando forte. Achamos um restaurante simpático à beira mar e escolhemos a mesa com vista mais bonita. Pedimos os pratos e ficamos admirando o local. Foi ficando cada vez mais frio e ventoso. As mesas próximas estavam ocupadas e as pessoas estavam confortáveis isto sem contar a confusão de manga curta. Foi aí que percebemos que estavam todos abrigados do vento, menos nós. Que frio! Isto sem contar a confusão que foi a escolha dos pratos, a divisão da conta e a gorjeta. As garçonetes ficaram bem doidas.
A viagem a La Serena também foi tranquila, mas o GPS não localizou nosso hotel. Chegou bem perto mas demorou um pouco pra acharmos. As mulheres adoraram o jardim, mas nosso quarto estava com cheiro de maresia. Deu trabalho, mas trocamos para uma cabana grande. Estava frio, então saímos pra almoçar com a roupa de moto.

3 November 2017

De Antofagasta a Copiapó. Paramos na mão do deserto para fotografias. A estrada estava muito boa, com apenas alguns km de desvio por terra. Foram poucos dias que não pegamos um desvio. Copiapó foi uma grata surpresa. Cidade muito agradável. Compramos a ampulheta para a moto do Jairo, que estava queimada há dias (lâmpada) e jantamos num restaurante chinês, pra variar. Estava ótimo!

2 November 2017

Depois fomos jantar no restaurante recomendado pelo hotel. Todos pediram peixe, mas eu resolvi arriscar um Aji de Pulpo, que acabou sendo o segundo prato mais gostoso que comi na viagem. Uma delicia!
Fizemos fotos dos casais, do grupo e da paisagem.
Marcamos as 1900h para tomar o Pisco Sour, cortesia do hotel, e fazer fotos do por do sol no Pacífico. Foi ótimo!
Chegamos ao hotel nh Antofagasta, muito bom, e logo saímos passear. A Neide e eu resolvemos andar até o shopping - 4km. A tarde estava linda, com temperatura agradável e o vento forte do oceano.
Foto oficial dos viajantes, com tripé armado e tudo!
A viagem de San Pedro a Antofagasta foi tranquila. As estradas no Chile são excelentes! Passamos pelas minas de cobre, inclusive Sierra Gorda, e ficamos impressionados com o tamanho e organização das minas. Chegamos em Antofagasta na hora do almoço, mas sem fome. Fizemos um lanche rápido e fomos ver La Portada. Era um pouco longe e oposta ao hotel. Quando o pessoal já estava protestando e querendo voltar, chegamos. E aí foi uma surpresa para quem não conhecia. O visual do Oceano Pacifico verde esmeralda com espuma branca batendo nas pedras com a cidade ao fundo é deslumbrante. Curtimos muito!

1 November 2017

À noite, jantamos bem e fomos dormir cedo pois seguiríamos viagem no dia seguinte, até Antofagasta.
De volta à cidade, fomos visitar as lojinhas no fim da tarde, bem sossegados.
Finalmente visitamos a Laguna Miscanti. Já estava tarde e a fome apertou. Almoçamos em Socaire. Estava muito bom. Depois voltamos a San Pedro de Atacama. Este passeio valeu muito a pena! Que lugares lindos!
Depois fomos visitar as Lagunas Altiplânicas, começando pela Laguna Miniques, que é menor e tem água mais doce. Na viagem anterior, tentamos chegar de moto neste lugar. Tem muita areia e muita subida. O motor da moto ferveu e tivemos que voltar da metade. Foi melhor vir de van!
As cores da água, do céu, das montanhas e das pedras formam uma combinação única! Este lugar só pode ser visitado de outubro a maio. No inverno fica coberto de neve. Faz muito frio!
Em seguida subimos a montanha até o Salar del Carmen para ver as Piedras Rojas. Estava frio e o vento forte quase carregava a gente. Mas a paisagem era muito linda!
Haviam muitos flamingos, bem perto da gente, e a luz estava ótima. Ficamos um tempão passeando pelo lugar.
Tomamos um delicioso café e fomos fotografar as belezas do lugar. Mais uma vez tivemos sorte com o tempo e com o guia. Estava muito legal!
Saímos cedo pra visitar a Reserva dos Flamingos no meio do Salar de Atacama.

31 October 2017

Já estava anoitecendo quando voltamos ao hotel para descansar mais um pouco antes do jantar.
Percorremos todo o parque de moto. Tinha uns trechos de areia fofa mas foi tudo bem. Chegamos até às Três Marias pra tirar fotos. À luz estava perfeita!
Eu já tinha visitado este lugar outras vezes, mas esta foi a primeira vez que entrei nas Cavernas de Sal. Foi muito legal e divertido! Imperdível!
Passamos a tarde descansando no hotel. Depois fomos de moto ao Valle de la Luna pra ver o por do sol. Fica pertinho.
Quase chegando em San Pedro, paramos pela última vez para apreciar um bosque de Cardanos, o cacto gigante do Atacama.
Foi muito bom voltar devagar, apreciando os lugares bonitos. Este cânion fica ao lado da estrada.
Não nos animamos pra comer o espetinho de lhama. Fica pra próxima...
Paramos diversas vezes ao longo do caminho de volta para fotografar. Nosso guia era muito bom!
Ainda bem que fomos de van. A estrada era bem ruim e pilotar as motos pesadas naquela altitude não é fácil.
A piscina perto dos Geisers estava fechada, então fomos para um rio com água quente corrente, caso alguém quisesse se banhar. Eu fiquei só na foto, pois o lugar era lindo.
A turma da excursão era bem divertida. Foi bom deixar a moto descansando um pouco.
Quando o sol nasceu, logo começou a esquentar. Tomamos café e nos divertimos em meio aos Geisers.
Contratamos diversos passeios ao redor de San Pedro. O primeiro, de madrugada, foi para os Geisers del Tatio. Estava fresquinho, a 8 graus negativos.

30 October 2017

De Iquique seguimos a San Pedro de Atacama via Calama. Esperamos o Free Port abrir as 10h pra ver as ofertas. Estava tudo muito caro. As 12h já estávamos prontos pra estrada. Só alegria e estrada boa margeando o Pacífico e depois subindo para Calama e Atacama. Poucas fotos, mas muita filmagem. Chegamos no Hostal Miskanty no fim da tarde.

29 October 2017

A saída de Ilo foi complicada. Meu olho estava fechado da alergia aos mariscos. Mas a fronteira era perto e chegamos as 1130h. Só que a fronteira de Chacalluta foi mais complicada que o normal da entrada no Chile, que sempre demora. Quem está de carro ou ônibus tem que passar a pé com toda a bagagem na mão. Depois de 3 horas e um almoço caro e ruim, seguimos para Iquique. Com estrada linda e tempo ótimo, enrolei o cabo. Quando paramos para fotografar, o Jairo disse que estávamos com pouco combustível. Minha moto estava sem marcador e sem partida. Continuamos mais devagar. Quando faltavam 80km, passamos por um povoado, só que não havia posto. Encontramos um argentino que vinha do México e também estava com o tanque seco. Depois de perguntar, achamos gasolina em garrafa plástica. Cheguei no posto em Iquique com meio litro no tanque. O hotel estava deserto. Levou 1/2h pra aparecer alguém pro check in. Jantamos pizza.

28 October 2017

Saímos cedo de Nazca porque a tocada iria ser longa até o Hotel Torreblanca, em Ilo, Moquegua, Peru. Achamos muito legal ver muitos carros de Rallye no hotel e na cidade. Mas não contamos comum imprevisto. Saímos do hotel às 0700h e, antes das 0800h estávamos PARADOS na estrada por conta do Rallye. Acompanhamos a largada da prova até as 0930h. Nesta altura já estávamos bem atrasados. Tocamos direto e bem rápido, acompanhando as caminhonetas de apoio da corrida e parando só pra abastecer. A estrada, margeando o Oceano Pacifico, era muito linda, e ficou maravilhosa no trecho de asfalto novo até Mollendo - um dos trechos mais gostosos de pilotar que já vi. Uma delícia! Chegamos no hotel, tomamos um banho e fomos direto jantar pois estávamos famintos! Eu caí na besteira de pedir um prato "típico", que era marisco frito. No dia seguinte amanheci com o olho fechado por alergia, fora a noite mal dormida devido ao campeonato mundial de galos garnizé ao lado do hotel. Que 24 horas DURAS!

27 October 2017

Depois do tour, passeamos pela cidade de Nazca e voltamos ao hotel para descansar e curtir a piscina.
Visitamos também os geoglifos de Paracas, com formatos humanos, mais antigos que Nazca.
Depois de ver as linhas, fomos visitar o Museu Maria Reiche, onde pudemos ver o trabalho da cientista, sua habitação, instrumentos de trabalho e até uma múmia muito conservada, sem necessidade de atmosfera especial.
Contratamos um guia de van para visitar as Linhas de Nasca através dos mirantes. Foi ótimo.
Nos hospedamos no hotel dm Nasca, ou Hotel Curvas de Nasca. Muito bom, e com uma linda piscina. A noite, vimos uma apresentação sobre as Curvas de Nasca e ficamos sabendo que a Dra. Maria Reiche, estudiosa é grande divulgadora dos geoglifos, havia morado naquele hotel por 15anos. A história da Dra. Maria Reiche e a magnitude e extensão dos geoglifos é impressionante.

26 October 2017

Acordamos cedo no Hotel Tampumayu, em Sañayca, no meio do caminho entre Cuzco e Nazca, e sem nada por perto. Descobrimos que este hotel é bem popular entre os motociclistas da região, e depois que amanheceu conseguimos apreciar a beleza do lugar, que é fantástico em termos de localização e estrutura. Nossa idéia era termos um dia tranquilo numa estrada com menos curvas, descendo lentamente de 4000m até o nível de 700m de Nazca em 400km. Assim que tomamos a estrada, percebemos o engano. O trecho era tão montanhoso quanto o anterior, com muitas serras, curvas, montanhas e paisagens. A altitude continuou elevada até 30km de Nazca, quando descemos uma serra muito íngreme, e que estava em obras. Este trecho de estrada de Cuzco a Nazca é uma loucura!

25 October 2017

Saímos de Cusco de volta pra estrada em direção a Nasca. Que estrada! Muitas serras, curvas e paisagens de tirar o fôlego! Paramos várias vezes para fotos, mas é impossível retratar a magnitude das montanhas e vales dos Andes peruanos. A altitude variou de 1000 a 4300m e a temperatura também, de neve a calor escaldante. Neste dia pegamos nossa primeira chuva forte. Foram 15 minutos, e ainda bem que paramos pra lanchar. Depois da chuva, vimos diversas pedras grandes que haviam caído no meio da estrada. Que perigo!

24 October 2017

De volta ao vilarejo, ainda tivemos tempo para uma refeição e muita conversa até a hora de pegar o trem de volta. Chegamos em Cuzco depois das 22h.
Quando chegou a hora de descer, estávamos felizes e satisfeitos. Este foi o ponto culminante da nossa viagem, e foi um sucesso total!
Andamos mais de três horas pelas ruínas, sempre admirando as belezas do lugar.
Nosso guia explicou muito bem sobre a história do local e alternativas de passeios extras.
TirMos muitas fotos no mirante principal. Impressionante!
Finalmente chegamos, depois de uma subida bem íngreme. O dia estava muito agradável. Nublado, mas ok.
Finalmente chegou a hora de tomarmos o ônibus para percorrer os últimos km até nosso tão esperado destino.
Enquanto esperávamos, pudemos explorar o vilarejo e tirar diversas fotos.
Tivemos que esperar algumas horas no vilarejo até chegar nossa vez de subir até Machu Picchu. Muito legal.
A viagem de trem até Águas Calientes foi extremamente agradável e bonita. Adoramos!
Acordamos de madrugada para pegar a Van de Cuzco até a estação de trem em Ollantaytambo.

23 October 2017

Nosso dia de turismo pedestre por Cusco começou com uma missa muito emocionante na Catedral. Visitamos o centro da cidade e o mercado central.

22 October 2017

Era domingo, dia de censo, quando seguimos viagem de Puno a Cuzco. A estrada estava linda e vazia, só nós e alguns ônibus de turismo. Mas o sossego não durou muito: logo chegamos à famosa Juliaca. No começo estava tranquilo mas logo o sossego virou um inferno de gente, moto, carro, triciclo e vendedores amontoados num trecho esburacado do caminho. Foram uns 300 metros em 30 minutos bem tensos. Depois disso, a estrada esvaziou novamente e seguimos curtindo as lindas paisagens.

21 October 2017

A segunda ilha que visitamos continha um restaurante, uma pousada e era um tipo de sede central dos Uros. A escola e o posto médico ficavam em outra ilha próxima.
Depois de visitar uma ilha, fomos numa jangada de junco, a remo, visitar uma outra ilha. O Luiz fez amizade com o filho do chefe, que corria pela jangada e nos deixava aflitos pelo risco de cair na água.
Ficamos sabendo que são mais de 2000 Uros vivendo em 90 ilhas flutuantes que devem ser constantemente cobertas com o junco Totora. O pessoal explicou em detalhes a construção das ilhas, dos barcos, das casas, dos artesanatos da história e do modo de vida dos Uros. Foi muito legal e super organizado. Tivemos a honra de visitar a casa do chefe.
Nossa visita às Ilhas flutuantes dos Uros no Lago Titicaca era um dos principais objetivos da viagem. O dia estava lindo e a temperatura agradável. Nossa primeira impressão ao chegar na nossa ilha foi a simpatia do povo e as cores vivas das roupas.
À chegada em Puno numa sexta à noite foi complicada devido ao trânsito caótico. Guardamos as motos assim que chegamos ao hotel Qelqatani. Marcamos o passeio pelo Lago Titicaca para a manhã seguinte. O cansaço devido à altitude continuava forte. O Jairo precisou apelar para o Oxigênio. Lavei as roupas e coloquei para secar no aquecedor durante a noite. Mais uma cagada: queimei as roupas, manchei e rachei o aquecedor. Prejuízo no bolso, pois fiz questão de pagar os danos.

20 October 2017

De Oruro nosso objetivo era sair da Bolívia, entrar no Peru e chegar a Puno. Até La Paz foi tudo bem, mas eu quiz evitar a cidade e tomei um desvio de terra, que era pra ser de 8km. No fim, os 8km viraram 45km de terra e tivemos que contratar um táxi pra conseguir achar a estrada. Foram 2 horas de aventura por conta da Marcelo Tour. Com isto, chegamos à fronteira em Desaguadero por volta de 1300. Mais um inferno de fronteira. Começou no lado Boliviano, onde o fiscal falou que nossas motos estavam ilegais na Bolívia por falta do papel que não quiseram dar na entrada. Ainda bem que ele foi legal e nos urgiu a sair do país o quanto antes. No lado Peruano, fomos bem atendidos, mas os trâmites tomaram 3 horas. Depois foi um parto pra achar a estrada no meio do povo. Mas deu tudo certo e chegamos em Puno no fim da tarde.

19 October 2017

O deslocamento de Potosi a Oruro foi tranquilo. O maior problema na Bolívia é a falta de água, principalmente nos banheiros. O cheiro é forte! Viajamos ao lado do lago Poopo e testemunhamos que a água está sendo substituída por Campos e pastagens. O lago está secando...

18 October 2017

Potosi foi a cidade mais impressionante da viagem. A altitude de 4100m, a história da mina de prata que vem sendo explorada desde 1540, a simpatia do povo, os baixos preços, a comida deliciosa e o cansaço da altitude foram muito marcantes. Esta cidade merece uma visita mais longa.

17 October 2017

Saímos cedo de Huacalera rumo à La Quiaca para entrar na Bolívia e seguir direto a Potosi. Até a fronteira foi tranquilo. Paramos para tirar fotos da Quebrada de Humahuaca perto da Puente del Diablo, onde a montanha é muito colorida. A fronteira foi meio tensa porque os oficiais Bolivianos insistiam que não precisávamos documento algum para as motos e nos mandavam seguir viagem. Além disso, todos falavam de um bloqueio e que não conseguiríamos chegar em Potosi. Depois de muitas dicas furadas de desvio, seguimos rumo a Tupiza. Depois de alguns km já fomos parados pela polícia querendo nos multar. Demos uma grana e seguimos. Chegando perto de Tupiza, começamos a ver mais e mais gente na estrada. Quando chegamos ao bloqueio, não houve jeito. Era hora do almoço. Tentamos desviar mas não deu porque a estrada era muito ruim e diziam estar bloqueada também. Conseguimos seguir viagem depois das 1700h e chegamos em Potosi as 0900 da noite. Fora o bloqueio, a estrada era muito linda.

16 October 2017

Depois de Purmamarca, subimos a Cuesta de Lipán até 4170m, fomos até a Salina Grande e voltamos pelo mesmo caminho. Foi um dia muito lindo, e curtimos muito as belezas da região.
A manhã do nosso primeiro dia de turismo foi para visitar Purmamarca e o Cerro de Siete Colores. Bem tranquilo. O Hotel Huacalera fica ao lado do marco do Trópico de Capricórnio.

15 October 2017

Foi um tiro curto de Embarcacion a Huacalera, onde ficamos num hotel muito lindo. Apesar do tiro curto, paramos várias vezes para admirar a beleza da Quebrada de Humahuaca. A tarde visitamos Tilcara.

14 October 2017

Nosso terceiro dia de viagem começou bem. A fronteira do Paraguai para a Argentina foi tranquila, apesar de ficar longe da cidade. Como errei o caminho, chegamos tarde e quase sem gasolina em Los Blancos, onde não encontramos pouso. Decidimos seguir até Embarcacion: quase 950km em um dia. Quando faltavam 40km, já estava escuro e rodávamos devagar com medo de atropelar animais. De repente, um desvio. No começo estava ok, mas logo virou um areal. Eu estava na frente e não consegui parar. O único jeito foi Acelerar pra tentar salvar uma queda. Passei sem cair, não sei como.

13 October 2017

A travessia do Paraguai foi meio úmida e o Jairo teve que molhar a mão dos pulissa. Poucas fotos. Nem vimos a piscina do hotel Cecília, mas apreciamos o restaurante, um dos melhores de Asuncion. Comprei um saco estanque na fronteira pra acompanhar o volume de bagagem do Jairo e Luiz. Valeu a pena. Junto com o cantil, o saco fio muito útil.

12 October 2017

A viagem já começou bem, com estrada tranquila, um hotel legal e um churrasco delicioso com os sobrinhos da Jacque.
Encontro em Palmeira para iniciar a grande viagem.