Brazil · 4 Days · 30 Moments · September 2017

Paraty 2017 Moto+Amigos


10 September 2017

Chegando em casa no fim da tarde. Viagem Boa.
Nossa última parada foi no Graal Buenos Aires. Já estávamos cansados.
Saímos dessa pousada depois das 0900h. A estrada estava muito gostosa. Logo chegamos em Socorro, onde haviam muitos outlets de malhas e roupas. Em seguida, passamos por Serra Negra, cidade turística cheia de artesanatos. Em seguida foi São Lourenço com feiras de louças. De moto não deu pra comprar nada. Depois passamos Campinas e paramos para almoçar um pouco depois de Sorocaba.
Tomamos nosso café com calma. Curtindo. A Neide ainda estava zangada pelo medo dessa noite anterior. Mas a beleza dessa pousada nos acalmou.
Acordei cedo a fui fotografar antes do café. Esta pousada é ideal para um encontro de moto. Super estrutura. Piscina linda.
Quando faltavam uns 30km, o GPS indicou uma curva para a esquerda. Neste ponto acabou o asfalto. Era uma subida íngreme de terra e não havia nada por perto. Deu medo, e o GPS parou d funcionar. Mais medo. Voltamos para o asfalto e seguimos pela rota anterior. O asfalto nesta estrada também acabou logo adiante, em frente a um bar. Pedimos informação. Todos no bar estavam muito bêbados e começaram a falar coisas sem nexo. Entendemos só: ferrou! A muito custo entendemos que a subida de chão seria o melhor. Voltamos, mas dessa vez o GPS funcionou. Seguimos sozinhos no escuro sem luz alguma por perto. Muito medo. Andamos uns 15km até começar o asfalto. A Pousada era bem ali, no fim do asfalto. Era tarde da noite. Pedimos uma pizza mas a Neide não quis. Fomos dormir. No dia seguinte confirmamos que a pousada era realmente num lugar lindo, com vista panorâmica para todos os lados.

9 September 2017

Seguimos viagem. Compramos uns doces na capital mundial do pé de moleque = Piranguinho. Encontramos uns motoqueiros das região que me convenceram a seguir pela pista mais rápida porque seria difícil chegar em Socorro com luz do dia. Meu objetivo era ver o por do sol na Pousada Vista Linda. Seguimos até a Fernão Dias, andando o mais rápido possível, com segurança. Estava quase escuro quando o GPS indicou para sairmos da estrada principal e tomarmos uma secundária. A estradinha estava ok e faltavam 50km pra pousada. Nisso escureceu totalmente.
Depois que subimos a Serra, difícil por sinal, ficamos com fome. Paramos no Ninho da Águia para um almoço rápido. Comemos truta. Já estava ficando tarde.
De Cunha, fomos a Aparecida visitar a Basílica da padroeira do Brasil. Muito imponente. Ficamos lá até as 1430h.
Subimos a Serra até Cunha. Estrada imperdível. Muitas curvas e paisagens! Fizermos um lanche.
Como a galera era numerosa, estávamos divididos em três pousadas. A maioria estava na Camila mas o pessoal lá se encolheu pra emprestar uma churrasqueira. A Pousada Lagamat foi muito mais legal, deixando a gente usar a parte dessa frente. Acho que eles não contavam com a astúcia do Queiroz. Em pouco tempo ele comprou carne, linguiça, carvão, grelha, pão, bebidas e demais ingredientes pro churrasco. Com isso ele improvisou uma churrasqueira com dois vasos de concreto que estavam na praia e puxou uma iluminação. Ficou muito legal e todos nos divertimos bastante, e comemos e bebemos mais ainda. No dia seguinte Neide e eu tomamos nosso rumo, começando a volta pra casa pelo caminho mais longo. Antes de viajar, visitamos a Mini Estrada Real em Paraty. Fantástico!

8 September 2017

Ainda estava claro e conseguimos passear pelo Centro histórico de Paraty no caminho até a pousada. Como decidimos ir a pé, tivemos estes momentos extra na cidade.
Chegando ao píer turístico de Paraty foi mais um show de habilidade dos marinheiros em espremer os barcos em vagas muito apertadas ou inexistentes. Eles manobram em equipe usando o motor, o leme e a âncora em sintonia. Impressionante!
A tarde estava caindo quando começamos nossa volta para Paraty. Foi um dia muito divertido e todos estavam felizes.
Estávamos bem sossegados conversando e relaxando quando vejo uma voadeira de alumínio a toda velocidade vindo em nossa direção. O barco tinha apenas uma pessoa. Quando chegou perto, desviou para a ilha sem diminuir a velocidade. Quando estava quase batendo, o marinheiro deu um cavalo de pau e estacionou com perfeição. Manobra linda! As crianças e familiares que estavam na ilha vieram correndo. Foi aí que vimos que este era o barco do sorvete Kibon. Foi surpreendente!
Depois dessa sobremesa de brigadeiro, que estava contado na medida, fomos visitar mais uma ilha.
O dia estava muito agradável. A guia, que era também marinheira, garçonete e cozinheira, nos mostrava ilhas e mansões dos ricos e poderosos: família do Roberto Marinho, do presidente das Fiat, presidente da Philips etc. Finalmente chegamos no nosso local de refeição. Depois de estabilizar o barco, os marinheiros começaram a cozinhar. Não demorou muito, estávamos todos servidos. E estava bom.!
Todo mundo com fome mas a hora do almoço foi apenas anunciada. Esperamos todos a bordo e zarpamos em direção a outra praia, onde finalmente iríamos saborear o tão prometido prato de peixe.
Eeeeeeee
Eeeeeee.e
Depois de quase duas horas de navegação, muito agradáveis, chegamos na praia vermelha. Tinha bastante gente lá e demorou um pouco para ancorar o barco. Logo pulamos na água gelada e nadamos até a praia. Muitos ficaram flutuando em volta do barco e muitas fotos foram batidas. No fim, estávamos prontos para o almoço.
A Neide, que dizia não gostar de barco, estava curtindo a conversa com o pessoal, a paisagem e o balanço do mar. Coisa boa....
Logo ficamos muito confortáveis e a curtir nosso cruzeiro marítimo miniatura. Estávamos indo para a Praia Vermelha pra tomar banho de mar. Uhuuu! Enquanto isso, o Sidão colhida as contribuições da congregação kkkkk
Quando os barcos saíram, foram todos mais ou menos na mesma direção, mas sempre ficando cada vez mais longe uns dos outros. Logo ficamos com a sensação de tênis uma baia linda de água verdinha só para nós. E os Moto+Amigos, como sempre, muito animados e barulhentos. Pense numa galera que gosta de se divertir!
O Sidão negociou um pacote para todos em um barco. Nos encontramos no terminal turístico marítimo de Paraty, no meio de uma multidão de turistas e vendedores e nos instalamos no último barco foi pier. Acho que eram mais de 50 barcos apinhados de turistas pra sair no mesmo horário. Será que o oceano seria Grande o suficiente para todos?
Os atrasos na estrada resultaram em 15h de viagem entre Curitiba e Paraty. Ficamos no Chalés Pouso e Panela e o pessoal ficou na Pousada Camila, bem pertinho. Chegamos às 21h e no dia seguinte tomamos um café delicioso preparado pela simpática Ivy e fomos ver o que estava programado para o dia.

7 September 2017

Rodamos forte, apesar dos engarrafamentos, curvas, muitos radares e muitas, muitas lombadas. No fim da tarde paramos pra abastecer e aproveitamos pra tirar lindas fotos em um dos muitos mirantes maravilhosos da Rio - Santos. Já estava ficando escuro, esfriando rápido e ainda faltava muita estrada até Paraty.
Rodamos bem até Santos. Aí foi uma encrenca. Muitas e muitas voltas sem achar a saída para o litoral norte. Acho que foi quase uma hora de perdição. Quando finalmente achamos o caminho, a fome apertou. Paramos em Bertioga e esperamos o Queiroz para almoçar. Escolhemos uma churrascaria. Estava boa. Voltamos pra estrada as 15h, mais ou menos.
Saímos de Curitiba bem cedo. Antes das 10h já tínhamos tomado café no Petropen e seguimos para Peruíbe. Quando saímos da BR116 e tomamos a estrada estadual, a velocidade mudou um pouco. Rodamos alguns km e a GS800 do Queiroz começou a falhar. Paramos na estrada mas não conseguimos resolver. Ele continuou rodando mas logo o escape ficou vermelho incandescente. Paramos no primeiro posto e chamamos o seguro, que veio rápido. Acho que demorou uma hora apenas. Depois continuamos viagem de moto enquanto o Queiroz carregava a moto no guincho e seguia atrás na caminhonete com seus sogros e esposa.
Saímos cedo de casa.... Ainda estava escuro.